SOCIEDADE PLATAFORMIZADA: REFLEXÕES SOBRE RENDERIZAÇÃO DA VIDA E SUBSUNÇÃO TECNOLÓGICA

Autores/as

Palabras clave:

Plataformas digitais, Dados, Renderização, Subsunção, Sociedade plataformizada

Resumen

O artigo trata de uma análise teórica que, a partir do referencial do materialismo histórico-dialético, visa analisar a conformação da sociedade contemporânea pela lógica tecnocapitalista, marcada pela plataformização das relações sociais, pela dataficação da vida e pela subsunção da subjetividade humana aos dispositivos digitais. As plataformas operam como infraestruturas sociotécnicas que capturam dados do corpo, da mente e das interações humanas, convertendo-os em mercadorias e reforçando dinâmicas de exploração e expropriação, em um modelo de gestão algorítmica da vida, que aprofunda desigualdades, precariza o trabalho e limita a autonomia dos sujeitos. Tal aspecto promove uma soberania funcional das corporações tecnocapitalistas, impactando os fundamentos democráticos.

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Biografía del autor/a

Monica Gurjão Carvalho, Fundação Santo André

Administradora pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Psicóloga pela Universidade São Judas/SP. Mestre e Doutora em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Pós-doutoranda na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP). Professora do Centro Universitário Fundação Santo André (FSA). Produção recente: MELO, Renan; CARVALHO, M. G.. “Educação e trabalho em tempos de plataformização laboral”. CIÊNCIAS DO TRABALHO. v.II, p.20, 2025; MELO, Renan; CARVALHO, M. G.. “Plataformização do trabalho e racismo algorítmico: o capitalismo racial na era do trabalho por plataformas digitais”. Temáticas - Unicamp. v.33, p.17 - 50, 2025. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9796764791192599. E-mail: monica.carvalho@fsa.br.

Renan Melo de Sousa, Univerdade Presbiteriana Mackenzie

Bacharel em Direito pela PUC/SP. Especialista em Direito Civil pela PUC/SP e em Direito Internacional pela Escola Paulista de Direito. Mestre e Doutor em Direito pela PUC/SP. Pós doutorando pela EPPEN - UNIFESP. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Advogado. Pesquisador do "Observatório de Regionalismo (ODR)" - Santiago Dantas / UNIFESP e dos grupos "Democracia e seus Desafios no Século XXI" e "Direitos Humanos e Meio Ambiente Digital" - FDIR Universidade Presbiteriana Mackenzie. Membro das Comissões de Direitos Humanos e de Ação Social da OAB/SP. Produção recente: MELO, Renan. “Humanismo tecnológico democrático e decolonialismo digital”. Revista do Direito e as Novas Tecnologias. v.29, p.1, 2025. MELO, Renan; CARVALHO, M. G.. “Educação e trabalho em tempos de plataformização laboral”. CIÊNCIAS DO TRABALHO. v.II, p.20, 2025; MELO, Renan; CARVALHO, M. G.. “Plataformização do trabalho e racismo algorítmico: o capitalismo racial na era do trabalho por plataformas digitais”. Temáticas - Unicamp. v.33, p.17 - 50, 2025. Lattes: http://lattes.cnpq.br/30003668522514. E-mail: renan.melo@unifesp.br; renan.sousa@mackenzie.br.

Citas

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Publicado

2026-08-06

Cómo citar

Gurjão Carvalho, M., & Melo de Sousa, R. (2026). SOCIEDADE PLATAFORMIZADA: REFLEXÕES SOBRE RENDERIZAÇÃO DA VIDA E SUBSUNÇÃO TECNOLÓGICA . Revista Brasileira De Estudos CTS, 1(3), 100–118. Recuperado a partir de https://revistabrasileiradeestudoscts.com/revista/article/view/84

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ARTIGOS

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